Reflexão sobre o filme: “The Social Network”
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No
dia 14 de Maio de 2018, na minha aula de Médias Digitais em Educação, deu-se o visionamento
do filme The Social Network. De forma resumida este filme, retrata na
personagem de Mark Zuckerberg um jovem bastante ambicioso que tem a ideia de criar um
website para medir a beleza das estudantes de Harvard. Mark decide
posteriormente invadir as bases de dados de vários alojamentos, e através disso
descarregou fotos de algumas estudantes de forma a serem alvo de avaliação para
apuramento das mais atraentes. Após essa situação, Mark é preso e esta noticia desperta
a atenção de dois irmão que tinham em mente a criação de um website. Após a
divulgação da ideia por parte dos irmãos, Mark decide por conta própria criar o
Facebook, como ferramenta de partilha de informações de forma segura por todo o
mundo.
Este
filme retrata o uso abusivo que nós podemos realizar através das ligações tecnológicas.
A internet é algo que possui informações
bastante abundantes, cabendo ao utilizador selecionar a informação que seja visível
a todos. Como também foi retratado no filme, Mark utilizava um blogue para “desabafar”,
blogue esse que era visto por muitas pessoas, e tudo o que lá publicava
tornava-se público. É de consciência própria nós selecionarmos a informação que
queremos ver pública, pois futuramente podemos ter alguns dissabores com a
liberdade que damos às nossas informações. Todos os indivíduos devem ter consciência
que tudo o que é colocado na internet é alvo de visualizações e por mais que
pensemos que só os nossos amigos iram visualizar, isso acaba por não corresponder
à realidade. Através das páginas pessoais de umas pessoas, conseguimos chegar a
outras, o que faz com que a nossa privacidade seja um pouco violada.Dentro
dos sistemas de ensino devia ser mais fortificado o ensinamento acerca do uso
da internet, pois ainda é visto nos dias de hoje pessoas que utilizam as redes
sociais como exposição do seu dia a dia, seja ele positivo ou não, o que acaba
por categorizar essa pessoas futuramente. Nós seremos sempre o reflexo do nosso
passado e existem publicações que são realizadas que jamais são retiradas e
qualquer pessoas mais tarde pode ter acesso. Um assunto que é bastante retratado
atualmente é que qualquer entidade empregadora pode ter acesso às nossas redes
sociais, e tudo o que lá publicamos ou já publicámos é alvo de avaliação e
poderá ser decisivo como qualquer outro parâmetro. Com isto tudo, temos que
tomar consciência que tem que existir filtro em tudo o que publicamos e não devemos
nos deixar levar pelo que é socialmente aceite, como é o caso de publicarmos
fotos de saídas à noite onde é notório o uso abusivo de álcool. Todos estes
momentos podem ser captados e ficarem em off e garantirem assim que não percamos
oportunidades e nem que sejamos alvos de categorização.Na
minha opinião, este filme conscientiza bastante acerca da funcionalidade que
devemos dar às redes sociais, assim como à internet em si, pois devemos ter
sempre consciência do uso que lhe damos. Se queremos possuir um blogue mais direcionado
para expormos o nosso dia a dia, incluindo algo que nos correu menos bem,
devemos estar cientes que alguém vai ler essas mesmas publicações e não vai ser
algo só nosso, mas sim todas as pessoas que irão ter acesso e ver. Tanto nas redes
sociais como em outras páginas devemos sempre publicar o essencial e
principalmente o que achamos que deverá ser público, garantindo sempre a nossas
privacidade.

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